Aos 63 anos, Xuxa voltou aos grandes palcos com a turnê “O Último Voo da Nave”. A estreia aconteceu em 25 de julho de 2026, em São Paulo, diante de um estádio com ingressos esgotados. A imagem de uma mulher madura, ativa e ocupando novamente um grande palco abre espaço para uma conversa que vai além da aparência: como envelhecer sem perder vitalidade, identidade ou protagonismo?
Xuxa já falou publicamente sobre a liberdade vivida após a menopausa e, mais recentemente, sobre as mudanças que percebe no espelho, o valor que atribui às próprias rugas e a dificuldade social de aceitar o envelhecimento feminino. Isso permite abordar a saúde da pele com respeito, sem especular quais procedimentos ela realizou ou deixou de realizar.
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Dermatologista no Nova América
O que muda na pele depois da menopausa?
| Dúvida | Resposta direta |
|---|---|
| A pele perde colágeno? | Sim. A perda tende a acelerar nos primeiros anos da menopausa. |
| A pele pode ficar mais seca? | Sim. A redução da oleosidade e da retenção de água fragiliza a barreira cutânea. |
| Skincare resolve a flacidez? | Ajuda na hidratação, proteção e renovação, mas tem ação limitada sobre estruturas profundas. |
| É possível estimular colágeno? | Sim. Cosméticos e procedimentos podem ser avaliados conforme a necessidade. |
| É preciso apagar todas as rugas? | Não. O objetivo moderno é preservar qualidade, expressão e naturalidade. |
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Como Xuxa representa uma nova imagem do envelhecimento feminino?
Xuxa não precisa parecer ter 30 anos para continuar sendo reconhecida como uma mulher bonita, ativa e relevante. Sua volta aos palcos aos 63 anos mostra que maturidade e vitalidade não são ideias opostas.
Durante décadas, mulheres conhecidas foram cobradas por não envelhecer e criticadas quando os sinais da idade apareciam. Uma abordagem mais saudável reconhece que cuidar da pele pode fazer parte do bem-estar, mas não deve exigir que a mulher esconda sua idade ou mantenha o mesmo rosto de décadas atrás.
Na prática da Dra. Renata Ralha, o cuidado dermatológico não busca apagar a história do rosto. Ele procura melhorar qualidade da pele, firmeza, luminosidade e equilíbrio, preservando movimentos, expressões e características pessoais.
Por que a pele muda tanto após a menopausa?
A redução dos níveis de estrogênio interfere diretamente na estrutura e no funcionamento da pele. Esse hormônio participa da produção de colágeno, da elasticidade, da espessura cutânea, da retenção de água e da atividade das glândulas responsáveis pela oleosidade.
Segundo a Academia Americana de Dermatologia, a pele feminina pode perder cerca de 30% do seu colágeno durante os primeiros cinco anos da menopausa. Depois desse período, a redução continua de maneira mais gradual. Por isso, muitas mulheres percebem mudanças relativamente rápidas no rosto, no pescoço, no colo e nas mãos.
A menopausa não é a única causa do envelhecimento. Exposição solar acumulada, genética, tabagismo, alterações de peso, qualidade do sono, alimentação e cuidados anteriores também influenciam a forma como a pele chega a essa fase.
Quais mudanças podem aparecer no rosto depois dos 50?
É comum perceber ressecamento, maior sensibilidade, rugas mais evidentes, redução da elasticidade e perda de firmeza. A pele também pode ficar mais fina e perder água com maior facilidade, tornando-se menos tolerante a cosméticos fortes ou rotinas excessivas.
Além da pele, outras estruturas continuam envelhecendo. Pode ocorrer perda ou redistribuição de gordura facial, redução de suporte, mudança do contorno da mandíbula e aprofundamento de algumas depressões. Isso explica por que um hidratante pode melhorar o toque e a aparência superficial, mas não reposiciona tecidos nem recupera uma perda estrutural.
As alterações mais frequentes incluem:
- pele seca ou áspera;
- rugas e linhas mais aparentes;
- flacidez facial e cervical;
- perda da definição da mandíbula;
- manchas e tonalidade irregular;
- poros e textura mais evidentes;
- perda de viço;
- maior sensibilidade a ácidos e retinoides.
Nem todas as mulheres apresentam essas mudanças na mesma intensidade. Idade cronológica e idade da pele não são exatamente a mesma coisa.
Skincare é suficiente para cuidar da pele na menopausa?
O skincare é indispensável, mas possui limites. Uma rotina bem indicada ajuda a proteger a barreira cutânea, reduzir ressecamento, controlar manchas, melhorar textura e prevenir parte do dano causado pela radiação solar.
Na maioria dos casos, a base do cuidado inclui:
- Limpeza suave, sem remover excessivamente a proteção natural da pele;
- hidratante adequado, especialmente com componentes que apoiem a barreira;
- protetor solar diário;
- ativos direcionados para manchas, textura ou linhas, conforme a tolerância;
- redução de produtos que causem ardência, descamação ou inflamação persistente.
Retinoides, antioxidantes e outros ativos podem ser úteis, mas não devem ser iniciados apenas porque aparecem em vídeos ou listas de produtos para menopausa. Uma pele mais sensível pode precisar primeiro de recuperação da barreira e introdução gradual dos tratamentos.
Quando a queixa principal é flacidez, perda de sustentação ou alteração importante do contorno, os cosméticos não alcançam todas as camadas envolvidas. Nessa situação, procedimentos dermatológicos podem ser avaliados como complemento — e não como substitutos dos cuidados diários.
O que é Skin Longevity depois da menopausa?
Skin Longevity é uma estratégia de longo prazo para preservar a saúde, a resistência e a capacidade de renovação da pele. Em vez de esperar que todas as alterações se tornem intensas, o acompanhamento identifica prioridades e intervém de maneira progressiva.
Depois da menopausa, essa abordagem pode ter quatro objetivos principais:
- preservar e estimular colágeno;
- recuperar hidratação e barreira cutânea;
- tratar manchas, textura e luminosidade;
- melhorar firmeza e contorno sem criar um rosto padronizado.
O foco não está em esconder a idade. Está em fazer com que a pele envelheça com mais qualidade, equilíbrio e naturalidade. Algumas rugas podem ser suavizadas; outras podem permanecer como parte da expressão e da história da paciente.
Quais tratamentos podem ser avaliados depois da menopausa?
A escolha depende do que predomina em cada rosto. Flacidez, perda de volume, rugas de expressão, manchas e ressecamento não são o mesmo problema e, portanto, não devem receber o mesmo tratamento.
| Tratamento | Como pode ajudar |
|---|---|
| Liftera 2 | Utiliza ultrassom microfocado para estimular colágeno em planos profundos e melhorar firmeza e contorno. |
| CoolFase | Emprega radiofrequência monopolar com resfriamento para tratar densidade e flacidez sem adicionar volume. |
| Sculptra e Radiesse | Bioestimuladores que favorecem a produção gradual de colágeno e a melhora da sustentação. |
| Lasers Etherea MX e luz pulsada | Podem tratar manchas, vasos, poros, textura irregular e estímulo de colágeno. |
| Toxina botulínica | Suaviza rugas provocadas pela movimentação muscular, preservando a expressão quando bem dosada. |
| Preenchimento com ácido hialurônico | Recupera suporte ou volume em regiões selecionadas, sem necessidade de preencher todo o rosto. |
| Profhilo e Skinbooster | Podem melhorar hidratação, elasticidade, linhas superficiais e qualidade global da pele. |
Na Clínica Dra. Renata Ralha, esses recursos são selecionados conforme a fase de vida, a anatomia e os objetivos de cada paciente. Os protocolos não são padronizados e podem combinar tecnologias e injetáveis quando cada etapa possui uma função clara.
Liftera 2 e CoolFase fazem a mesma coisa?
Não. O Liftera 2 utiliza ultrassom microfocado, enquanto o CoolFase utiliza radiofrequência monopolar. As tecnologias entregam energia de maneiras diferentes e podem atuar em profundidades e necessidades distintas.
Em algumas pacientes, uma única tecnologia é suficiente. Em outras, a associação pode ser considerada para abordar diferentes aspectos da flacidez. A escolha depende da espessura dos tecidos, do contorno, do grau de perda de firmeza e da resposta individual.
Como a Dra. Renata Ralha cuida da pele depois da menopausa?
A Dra. Renata Ralha é médica dermatologista com Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, com formação em Dermatologia Clínica, Estética e Cirúrgica. Ela realiza pessoalmente as avaliações e os procedimentos, com atenção à segurança, à naturalidade e à história de cada paciente.
Na consulta, a Dra. Renata não observa apenas rugas. Ela avalia:
- qualidade e espessura da pele;
- grau e distribuição da flacidez;
- movimentação muscular;
- perda de sustentação ou volume;
- manchas e textura;
- sensibilidade e barreira cutânea;
- procedimentos anteriores;
- alterações hormonais, rotina e expectativas.
A partir dessa análise, pode ser criado um protocolo que combine skincare, tecnologias e injetáveis — ou apenas cuidados domiciliares, quando isso for suficiente.
Para a Dra. Renata, cuidar da pele depois dos 50 não significa tentar voltar aos 30. Significa reconhecer as mudanças dessa fase e escolher intervenções proporcionais, que permitam à mulher continuar se reconhecendo.
Conclusão
Xuxa aos 63 anos mostra que envelhecer pode signific continuar ocupando espaços, criando projetos e vivendo novas fases com liberdade. Sua presença nos palcos também ajuda a deslocar a conversa da obrigação de “parecer jovem” para uma ideia mais ampla de vitalidade e autocuidado.
A menopausa realmente modifica colágeno, hidratação, espessura e firmeza da pele. Skincare, proteção solar e hábitos consistentes são essenciais, mas nem sempre conseguem tratar alterações profundas.
Quando existe indicação, tecnologias, bioestimuladores, lasers, toxina botulínica e preenchimentos pontuais podem fazer parte de um plano de Skin Longevity. O objetivo não é eliminar toda ruga, mas cuidar da pele com ciência, segurança e respeito à identidade de cada mulher.
A perda de colágeno tende a acelerar nos primeiros anos, o que pode tornar mudanças de firmeza e textura mais perceptíveis. Exposição solar, genética e estilo de vida também interferem nesse processo.
Não. Ressecamento, sensibilidade e alterações de firmeza podem começar durante a perimenopausa, período de transição que antecede a última menstruação.
Sim, em muitos casos é possível melhorar. A resposta depende do grau de flacidez, da qualidade da pele e da técnica escolhida. O objetivo é uma evolução proporcional, e não prometer que a pele voltará a ser como antes.
Muitas podem, mas a pele pode estar mais seca ou sensível. A concentração, a frequência e as combinações devem ser adaptadas para evitar irritação persistente.
Não. Um protocolo bem planejado pode começar por uma única prioridade. A pele precisa de tempo para responder, e realizar mais tratamentos não garante um resultado melhor.
A proposta da Dra. Renata é justamente evitar esse efeito. Tecnologias e bioestimuladores podem melhorar firmeza sem adicionar volume, enquanto preenchimentos são usados apenas quando existe necessidade estrutural.
A frequência depende da condição da pele, dos produtos utilizados e dos procedimentos realizados. As reavaliações servem para acompanhar a resposta e decidir se é necessário tratar, ajustar ou simplesmente manter.
A avaliação médica é essencial para compreender as queixas do paciente, identificar problemas dermatológicos e considerar suas características individuais, como anatomia, tipo de pele e reações a substâncias utilizadas. Com base nisso, é possível determinar as técnicas adequadas para valorizar naturalmente as características do rosto, pele e corpo.
A escolha de um Dermatologista é crucial para realizar uma análise minuciosa das regiões em desarmonia no paciente e determinar as técnicas necessárias, seja aumentando o volume, corrigindo ângulos ou simetria. Com um plano de tratamento personalizado e exclusivo, é possível atender às necessidades específicas de cada paciente respeitando seus limites.
Dra. Renata Ralha Dermatologista Clínica, Estética e Capilar , CRM: 52-84102-1 RJ, RQE N°: 28115
A avaliação médica é essencial para compreender as queixas do paciente, identificar problemas dermatológicos e considerar suas características individuais, como anatomia, tipo de pele e reações a substâncias utilizadas. Com base nisso, é possível determinar as técnicas adequadas para valorizar naturalmente as características do rosto, pele e corpo.
A escolha de um Dermatologista é crucial para realizar uma análise minuciosa das regiões em desarmonia no paciente e determinar as técnicas necessárias, seja aumentando o volume, corrigindo ângulos ou simetria. Com um plano de tratamento personalizado e exclusivo, é possível atender às necessidades específicas de cada paciente respeitando seus limites.
Dra. Renata Ralha Dermatologista Clínica, Estética e Capilar , CRM: 52-84102-1 RJ, RQE N°: 28115
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