A Quantum RF do Ignite é uma ponteira de radiofrequência minimamente invasiva, feita para contração de tecido mole e remodelação. Feito com pequenos cortes na pele e uso de cânula, pensado para contrair a pele em planos profundos. Ele costuma fazer mais sentido junto de cirurgias como lipoaspiração, quando existe risco de flacidez após retirada de gordura. Se você quer tratar flacidez sem cortes e sem recuperação, ele provavelmente não é a primeira opção.
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Índice
O que é Quantum RF?
O Quantum RF é um tratamento de radiofrequência minimamente invasivo, feito com cortes na pele e uso de cânulas, com o objetivo de contrair a pele em planos profundos.
Ele não é um procedimento superficial, nem feito apenas “por fora da pele”. Trata-se de uma tecnologia pensada para atuar abaixo da pele, diretamente no tecido subdérmico, promovendo contração térmica.
Por isso, ele não entra na mesma categoria de tratamentos não invasivos para flacidez.
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Como essa radiofrequência atua na prática
O Quantum RF:
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exige pequenas incisões na pele
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utiliza cânulas específicas para conduzir a radiofrequência
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atua em planos profundos, abaixo da pele
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é considerado minimamente invasivo, mas ainda assim invasivo
Na prática, o procedimento envolve:
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anestesia local (ou associada a outros procedimentos)
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manipulação subcutânea
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edema e recuperação compatíveis com procedimentos invasivos
Que tecnologia é essa dentro do Ignite
O Quantum RF faz parte da plataforma IgniteRF da InMode.
Ele utiliza radiofrequência bipolar pulsada, aplicada por cânulas específicas (como RF10 e RF25), desenhadas para:
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gerar aquecimento controlado
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induzir contração do tecido
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estimular remodelação ao longo do tempo
O foco da tecnologia não é textura de pele, e sim contração de tecido mole em profundidade.
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Para que tipo de situação o Quantum RF costuma ser indicado
Na prática clínica, o Quantum RF raramente é a primeira escolha isolada.
Ele costuma ser mais indicado quando:
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o paciente já vai passar por cirurgia, como lipoaspiração
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há risco de flacidez residual após retirada de gordura
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existe necessidade de contrair a pele por dentro
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o contexto já envolve ambiente cirúrgico e recuperação
Por isso, é comum o Quantum RF ser associado a:
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lipoaspiração
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procedimentos corporais cirúrgicos
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estratégias de retração cutânea pós-cirurgia
Ele entra como um complemento, não como solução principal para flacidez leve.
Quando o Quantum RF NÃO costuma ser a melhor escolha
Esse ponto é essencial para alinhar expectativa.
O Quantum RF geralmente não é ideal quando:
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a pessoa quer tratar flacidez sem cirurgia
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o objetivo é evitar cortes, cânulas e recuperação
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a flacidez é leve a moderada
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o paciente busca algo com retorno imediato à rotina
Nesses casos, tecnologias não invasivas costumam ser mais coerentes com o perfil do paciente.
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Um erro comum: comparar Quantum RF com tratamentos não invasivos
Comparar Quantum RF com radiofrequências externas gera confusão.
Na prática:
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Quantum RF = invasivo, subcutâneo, associado a cirurgia
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tratamentos não invasivos = externos, sem cortes, sem cânula
Não é uma questão de “qual é melhor”, e sim para quem cada um faz sentido.
Muitos pacientes se frustram porque procuram melhora de flacidez simples e acabam conhecendo uma tecnologia pensada para outro contexto completamente diferente.
Comparação: QuantumRF (Ignite) vs Coolfase
Essa comparação só faz sentido quando o paciente entende como cada tecnologia age no corpo.
O Quantum RF (Ignite) é um procedimento minimamente invasivo, feito com cortes na pele e uso de cânulas, indicado principalmente em contexto cirúrgico, como durante ou após uma lipoaspiração, quando existe necessidade de contrair a pele por dentro. Ele exige anestesia, planejamento de recuperação e aceitação de um procedimento invasivo.
O Coolfase, por outro lado, é uma radiofrequência totalmente não invasiva, aplicada através da pele, sem cortes, sem agulhas e sem cânulas. A energia térmica atua de forma controlada nas camadas profundas, enquanto o sistema de resfriamento mantém conforto durante a aplicação.
Na prática clínica, essa diferença muda tudo:
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Quantum RF: pensado para quem já está em ambiente cirúrgico
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Coolfase: pensado para quem quer tratar flacidez sem cirurgia
Para a grande maioria das pessoas que procura melhora de flacidez, definição e firmeza sem interromper a rotina, o Coolfase costuma ser a opção mais coerente. Ele entrega estímulo de colágeno e melhora gradual da firmeza sem expor o paciente aos riscos e à recuperação de um procedimento invasivo.
O erro comum é achar que o Quantum RF é “mais forte”. Ele apenas é mais invasivo e indicado para outro cenário. Quando a queixa é flacidez leve a moderada e o objetivo é segurança, conforto e retorno imediato à rotina, o Coolfase tende a encaixar melhor.
Como sempre, a escolha correta depende da avaliação individual, que define se há indicação real de uma abordagem cirúrgica ou se uma tecnologia não invasiva resolve com mais coerência.
Sobre a Dra Renata Ralha
A Dra. Renata trabalha com avaliação estética focada em flacidez e contorno corporal, e observa no consultório que grande parte dos pacientes não busca soluções invasivas. Na prática, o Quantum RF aparece como uma ferramenta útil principalmente quando já existe indicação cirúrgica, como lipoaspiração, e não como tratamento isolado para flacidez cotidiana.
Conclusão
No fim, o Quantum RF não é uma tecnologia “errada”. Ele só é específica. Quando usado no contexto correto — geralmente associado a cirurgias como lipo — pode ajudar na contração da pele. Fora disso, costuma ser mais do que o necessário para a maioria das pessoas. A avaliação individual é o que evita escolhas desalinhadas e expectativas irreais.
Dra. Renata Ralha Dermatologista Clínica, Estética e Capilar , CRM: 52-84102-1 RJ, RQE N°: 28115
Dra. Renata Ralha, médica dermatologista, atuação em Dermatologia Clínica e Estética, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), pós-graduação em Dermatologia e Cirurgia Dermatológica.
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Quantum RF é cirurgia?
Não é uma cirurgia clássica, mas é um procedimento invasivo, feito com cortes e cânula.
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Tem recuperação?
Sim. Existe edema, sensibilidade e um período de recuperação variável.
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Serve para flacidez leve?
Geralmente não é a melhor escolha para flacidez leve isolada.
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Pode ser feito sozinho, sem cirurgia?
Pode, mas na prática é mais indicado como complemento em contexto cirúrgico.
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Quem decide se é indicado para mim?
A avaliação médica individual define se sua queixa realmente exige um procedimento invasivo.
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Se eu quero pouca recuperação, qual tende a encaixar melhor?
Em geral, tecnologias não invasivas com resfriamento e retorno rápido, como o Coolfase, costumam combinar melhor com esse perfil. Ainda assim, a indicação depende da pele e do grau de flacidez.
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