“Doutora, quando vou começar a ver o resultado do ultrassom microfocado?” Essa é uma das perguntas que eu mais recebo de pacientes que querem melhorar a firmeza da pele sem cirurgia. E ela quase sempre vem acompanhada de outras duas: quanto tempo dura e quantas sessões vou precisar.
Neste artigo, eu respondo as três do jeito que explico no consultório, com base na ciência, na minha experiência clínica e nos resultados das pacientes aqui da clínica, no Rio de Janeiro.
Conteúdo revisado e atualizado em setembro de 2026 pela Dra. Renata Ralha, dermatologista (CRM 52-84102-1 RJ, RQE 28115).
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Dermatologista no Nova América
Resposta rápida: o ultrassom microfocado pode dar uma leve sensação de pele mais firme em 24 a 72 horas, mas a melhora real começa entre 30 e 45 dias, fica mais evidente por volta do terceiro mês e chega ao pico entre 3 e 6 meses. O efeito dura, em média, cerca de 12 meses. Para a maioria das pacientes, uma sessão por ano basta; flacidez mais acentuada pode pedir de 2 a 3 sessões por ano, com intervalo de 3 a 4 meses.
Em quanto tempo o ultrassom microfocado começa a fazer efeito?
O ultrassom microfocado atua nas camadas profundas da pele, chegando a até 4,5 mm de profundidade, onde fica a camada de sustentação chamada SMAS. Ali, ele cria microlesões térmicas controladas que ativam a produção natural de colágeno e elastina. E esse processo é gradual.
A linha do tempo do resultado
- 24 a 72 horas: algumas pacientes percebem a pele mais firme, o chamado “efeito Cinderela”, causado pela contração imediata do colágeno que já existe;
- 30 a 45 dias: começa a melhora real de firmeza e contorno;
- Por volta do 3º mês: os resultados ficam mais evidentes;
- Entre 3 e 6 meses: pico do resultado.
Isso acontece porque o corpo passa por três fases: a inflamatória, nos primeiros dias a semanas; a de proliferação, entre 1 e 3 meses, quando o colágeno novo começa a ser produzido; e a de remodelação, entre 3 e 6 meses, quando esse colágeno se organiza e dá sustentação. Idade, genética e estilo de vida influenciam o ritmo de cada pessoa.
Quanto tempo dura o efeito do ultrassom microfocado?
Em média, o resultado dura cerca de 12 meses, podendo chegar a 18 meses em algumas pacientes. Ele não é permanente, porque o envelhecimento natural continua. Mas eu gosto de explicar como uma “poupança de colágeno”: cada sessão deixa um estoque que traz benefícios ao longo dos anos, principalmente quando existe manutenção.
Quantas sessões são necessárias?
| Situação | Protocolo mais comum |
|---|---|
| Prevenção ou flacidez leve | 1 sessão por ano |
| Flacidez moderada ou desejo de intensificar | 2 a 3 sessões por ano, com intervalo de 3 a 4 meses |
| Flacidez mais avançada | Manutenção em intervalo menor, em torno de 6 meses |
| Manutenção depois do protocolo | Nova sessão a cada 8 a 12 meses |
Depois da primeira sessão, eu reavalio o resultado com cerca de 3 meses. É isso que define se a manutenção será anual ou se vale intensificar.
Sinais de que é hora de uma nova sessão
- O efeito lifting perdeu intensidade nos últimos meses;
- Já se passaram mais de 12 meses desde a última sessão;
- Sinais de flacidez leve voltaram a aparecer, como sulcos nas bochechas, queda do contorno da mandíbula e bigode chinês mais marcado;
- As linhas de expressão voltaram e a pele perdeu viço;
- Você passou por perda de peso, estresse intenso ou alterações hormonais;
- Você quer intensificar o resultado ou prevenir a flacidez futura.
Liftera 2: o ultrassom microfocado que eu uso na clínica
Na clínica, eu trabalho com o Liftera 2, aprovado pela Anvisa e de uso exclusivo médico. Ele tem disparo digital com controle térmico preciso, ponteiras específicas e mapeamento em tempo real. Na prática, isso significa:
- Sessões de 20 a 40 minutos, conforme a área;
- Procedimento praticamente indolor: a sensação é de leve aquecimento e pequenas fisgadas, sem necessidade de anestesia;
- Sem tempo de recuperação: você volta à rotina no mesmo dia;
- Pode ser feito em qualquer época do ano e em todos os tons de pele, sem risco de manchas.
Os efeitos colaterais, quando aparecem, são leves: vermelhidão, inchaço discreto e sensibilidade, que passam em poucas horas ou poucos dias.
Como potencializar e prolongar o resultado
- Evite anti-inflamatórios por 7 a 14 dias depois da sessão, porque eles podem atrapalhar a resposta que estimula o colágeno;
- Proteja a pele do sol todos os dias e mantenha a hidratação;
- Mantenha uma rotina de skincare com antioxidantes e produtos indicados;
- Combine tratamentos quando fizer sentido. O ultrassom trata as camadas profundas, enquanto os bioestimuladores de colágeno atuam na derme. Os dois têm o pico entre 3 e 6 meses e se complementam muito bem.
Para quem o ultrassom microfocado é indicado
Ele é indicado para flacidez leve a moderada e pode ser iniciado a partir dos 25 a 30 anos, quando surgem os primeiros sinais. Trata pálpebras, bochechas, mandíbula, papada, pescoço e também áreas do corpo, como abdômen, braços, coxas, glúteos e joelhos. Para flacidez muito avançada, ele não substitui a cirurgia plástica, mas é excelente para lifting leve a moderado.
Perguntas frequentes
Em quanto tempo o ultrassom microfocado começa a fazer efeito?
Algumas pacientes percebem a pele mais firme já nas primeiras 24 a 72 horas. A melhora real de firmeza e contorno começa entre 30 e 45 dias, fica mais evidente por volta do terceiro mês e chega ao pico entre 3 e 6 meses.
Quanto tempo dura o resultado do ultrassom microfocado?
Em média, cerca de 12 meses, podendo chegar a 18 meses em algumas pacientes. O resultado não é permanente, porque o envelhecimento continua, mas o colágeno produzido traz benefícios que se acumulam ao longo dos anos com a manutenção.
Quantas sessões de ultrassom microfocado são necessárias?
Para a maioria das pacientes, uma sessão por ano é suficiente. Em casos de flacidez mais acentuada, podem ser indicadas de 2 a 3 sessões por ano, com intervalo de 3 a 4 meses.
Quando devo fazer uma nova sessão de Liftera?
Os sinais mais comuns são: o efeito lifting perdeu intensidade, já se passaram mais de 12 meses da última sessão, a flacidez leve voltou a aparecer ou houve perda de peso, estresse ou alterações hormonais.
Posso tomar anti-inflamatório depois do ultrassom microfocado?
O ideal é evitar anti-inflamatórios por 7 a 14 dias, porque eles podem interferir na resposta inflamatória que estimula o colágeno.
Quer saber se esse tratamento é indicado para você?
Agende uma avaliação personalizada com a Dra. Renata Ralha.
Agendar pelo WhatsAppPosso fazer ultrassom microfocado no verão?
Sim. O Liftera 2 pode ser feito em qualquer época do ano e em todos os tons de pele, sem risco de manchas.
Quem escreve este conteúdo
Dra. Renata Ralha é médica dermatologista com Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), CRM 52-84102-1 RJ e RQE 28115. É formada em Medicina pela Universidade Estácio de Sá, com pós-graduação em Dermatologia pela Fundação Souza Marques e em Cirurgia Dermatológica pelo Hospital da Gamboa. Atende na Clínica Renata Ralha, no Nova America Offices, em Del Castilho, no Rio de Janeiro.
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| Pálpebra Superior e Inferior | Terço Médio e Inferior | Região Perioral e Bigode Chinês | Papada |
Valores em Reais
A avaliação médica é essencial para compreender as queixas do paciente, identificar problemas dermatológicos e considerar suas características individuais, como anatomia, tipo de pele e reações a substâncias utilizadas. Com base nisso, é possível determinar as técnicas adequadas para valorizar naturalmente as características do rosto, pele e corpo.
A escolha de um Dermatologista é crucial para realizar uma análise minuciosa das regiões em desarmonia no paciente e determinar as técnicas necessárias, seja aumentando o volume, corrigindo ângulos ou simetria. Com um plano de tratamento personalizado e exclusivo, é possível atender às necessidades específicas de cada paciente respeitando seus limites.
Dra. Renata Ralha Dermatologista Clínica, Estética e Capilar , CRM: 52-84102-1 RJ, RQE N°: 28115
A avaliação médica é essencial para compreender as queixas do paciente, identificar problemas dermatológicos e considerar suas características individuais, como anatomia, tipo de pele e reações a substâncias utilizadas. Com base nisso, é possível determinar as técnicas adequadas para valorizar naturalmente as características do rosto, pele e corpo.
A escolha de um Dermatologista é crucial para realizar uma análise minuciosa das regiões em desarmonia no paciente e determinar as técnicas necessárias, seja aumentando o volume, corrigindo ângulos ou simetria. Com um plano de tratamento personalizado e exclusivo, é possível atender às necessidades específicas de cada paciente respeitando seus limites.
Dra. Renata Ralha Dermatologista Clínica, Estética e Capilar , CRM: 52-84102-1 RJ, RQE N°: 28115
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